Rodo Ferroviário,

  • Assessoria de Comunicação

    25 de Outubro de 2017 às 00:10

    A Rumo, maior operadora de logística ferroviária do País, lançou, no dia 23 último, a campanha publicitária “O Agronegócio Move o Brasil. A Rumo Move o Agronegócio”. O objetivo da campanha, de circulação nacional, é esclarecer a população sobre as vantagens do modal ferroviário. Também aborda os benefícios da renovação da concessão da Malha Paulista – como a geração de empregos, a movimentação da economia e a garantia de revitalização da principal via logística para o escoamento das crescentes safras agrícolas, que hoje sustentam parte importante do PIB nacional.

    A Rumo administra 12 mil quilômetros de malha ferroviária. Conta com mil locomotivas, 25 mil vagões e mais de 13 mil funcionários diretos e indiretos. Além da Malha Paulista, tem outras três concessões: a Malha Norte (em Mato Grosso), a Malha Oeste (que atende Mato Grosso do Sul) e a Malha Sul (concentrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná).

  • A chanceler alemã Angela Merkel, inaugurou uma nova linha ferroviária de alta velocidade que liga Erfurt com Leipzig e Halle, com 123 km de extensão.

    Até 2017, a Deutsche Bahn (DB), considerada a empresa de transporte ferroviário mais importante do país e de toda a Europa, espera ter concluído a maioria dos trabalhos de construção de um corredor de 500 km, reduzindo significativamente o tempo de viagem entre algumas das maiores cidades da Alemanha.

    A nova ferrovia, que entra em serviço em 13 de dezembro,

  • Governo federal confirmou que vai antecipar renovação com concessionária.
    Porto em Presidente Kennedy terá área total de 20 quilômetros quadrados.

    A ampliação da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM) até o Sul do Espírito Santo vai tornar mais viável a construção do Porto Central.

    Na terça-feira (7), o governo federal confirmou que vai antecipar a renovação do contrato de concessionária da Vale em troca de novos investimentos com a construção de um novo trecho ferroviário que vai fazer a conexão do Complexo de Tubarão ao futuro terminal portuário de Presidente Kennedy.

    O CEO do Porto Central, José Maria Vieira de Novaes, explicou que o projeto já foi desenvolvido para ter essa ligação com a ferrovia. “Foi projetado para receber grãos, minério de ferro e para ter terminais de carvão e fertilizantes, materiais que poderão ser distribuídos para estados como Minas Gerais e Mato Grosso”, disse.

    O fato de a Vale ter demonstrado interesse em realizar a obra de cerca de 160 quilômetros de extensão,

  • Foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, a um grupo de empresas a realizarem estudos de viabilidade técnica para subsidiar a outorga do serviço de transporte ferroviário de passageiros entre o município de Luziânia (GO) e Brasília (DF).

    O grupo é formado pelas empresas TACV – Desenvolvimento de Sistema de Transporte LTDA., Sistran Engenharia LTDA., EGL Engenharia LTDA. e Proficenter Negócios em Infraestrutura LTDA e o consórcio das companhias Geodata Engineering S.p.a., Geodata do Brasil Ltda. e Italferr Gruppo Ferrovie dello Stato Italiano, que promoveram o Chamamento Público nº 4/2015.

    Após os trabalhos, uma comissão da ANTT deve analisar os dados, e poderá estabelecer prazos intermediários para apresentação

  •  ANTT

    A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abre, hoje (20/7), a Tomada de Subsídio nº 005/2015, com o objetivo de colher sugestões referentes ao Relatório EPL-INECO 6. O documento é resultante do acordo de cooperação técnica entre a ANTT e a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) para discutir questões afetas à interoperabilidade entre os subsistemas ferroviários, em especial, segurança e requisitos técnicos de material rodante. Contribuições de interessados poderão ser enviadas até as 18h (horário de Brasília) de 14/8/2015.

    A documentação completa que trata sobre o relatório já está disponível no site da ANTT.

  • A Rumo e Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) planejam aumentar a capacidade de transporte de cargas por ferrovia até o porto paranaense. O uso de trens no porto cresceu 20% nos últimos quatro anos, de acordo com a Appa, e cerca de 10 milhões de toneladas de produtos entraram ou saíram do terminal por trilhos em 2018.

    A Rumo possui um projeto de melhoria no traçado da Serra do Mar que permitirá o uso de locomotivas mais potentes e vagões maiores, de acordo com nota da Appa. Na descida para Paranaguá, a curva na saída da Ponte São João já está em obras e será menos acentuada. Além disso, as locomotivas serão substituídas por modelos mais modernos e com maior capacidade de tração na subida, conforme reportou a Rumo à Appa. "As locomotivas usadas hoje têm, em média, 35 anos. As novas conseguem carregar mais vagões, têm mais aderência, melhor frenagem e aceleração", destacou na nota o diretor institucional da Rumo,

  • 12/06/2015 - G1 BA

    A autorização para o início das obras da linha 2 do metrô de Salvador foi assinada na tarde desta quinta-feira (11) pelo governador Rui Costa, em cerimônia realizada no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

    A cerimônia contou com a presença do prefeito de Salvador, ACM Neto, que entregou o alvará municipal para as obras, que terão início imediato. A solenidade também teve a participação dos secretários estaduais da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, além do prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva.

  • O Brasil deu o sinal verde nesta quarta-feira (22) em uma reunião técnica em La Paz ao projeto de construção do "trem bioceânico", também conhecido como Ferrovia Transoceânica, com financiamento da Alemanha e da Suíça, que beneficiará o comércio de cinco nações sul-americanas (Bolívia, Peru, Paraguai, Uruguai e Brasil). As informações são da agência de notícias alemã DPA.

    “O Brasil tem interesse e vontade [de participar] deste esforço coletivo para chegar a mercados asiáticos e aproveitar a linha férrea que chega a Corumbá (lado brasileiro) e a Puerto Suárez (na Bolívia)”, anunciou o coordenador de Assuntos Econômicos para a América do Sul da chancelaria brasileira, João Carlos Parkinson de Castro.

    Ele destacou que será importante estabelecer acordos de “harmonização aduaneira” para que haja uma circulação fluída dos trens na rota Brasil-Bolívia-Peru

  • Buscando facilitar as relações comerciais entre Brasil, China e Peru, os países preparam um acordo preliminar para a construção de uma ferrovia ligando os países sul-americanos. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o projeto de transporte custa R$ 30 bilhões e partes dele estão nos planos de investimento que a presidente Dilma Rousseff vai anunciar em junho. O desenho prevê que a ferrovia deve começar no Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre e então seguindo para o Peru. Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, empresas chinesas estão interessadas na construção de trechos do transporte.

  • O governo brasileiro quer aprofundar os estudos sobre a construção da Corredor Ferroviário Bioceânico. A informação foi divulgada pelo Ministério dos Transportes. Na semana passada, representantes do Brasil estiveram em uma reunião sobre o assunto, em La Paz, capital boliviana.

    De acordo com o Ministério, o encontro teve a participação também de representantes dos governos do Paraguai, Uruguai, Bolívia e Peru. Ficou definida a criação de um grupo de trabalho formado por um representante de cada país para discutir a viabilidade da obra.

    O projeto da rota bioceânica é o de uma ferrovia de mais de 3 mil quilômetros, cortando países sul-americanos e integrando o fluxo de mercadorias entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Na reunião da semana passada, o Brasil reforçou sua posição a favor da obra, que encurtará a distância em relação aos principais mercados mundiais

  • A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira, 11, um projeto que abre a possibilidade do investidor particular ser autorizado pelo poder público a construir e operar sua própria ferrovia, para investir onde for “oportuno e conveniente”. A proposta segue agora para a Comissão de Serviços de Infraestrutura e, depois, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será votada em decisão terminativa.

    O texto, do senador José Serra (PSDB-SP), garante a exploração indireta, pela União, do transporte ferroviário

    em infraestruturas de propriedade privada entre portos e fronteiras nacional; que transponham os limites de estado; ou que se conectem às ferrovias federais. “Não estamos reinventando a roda, apenas aproveitamos o que há de mais bem-sucedido, seja na legislação nacional em outras áreas de infraestrutura, seja na experiência ferroviária de outros países que conseguem atrair investimentos privados para o setor”, afirmou o senador tucano.

    Segundo o senador, no âmbito dos trens de passageiros, por exemplo, existe o mito de que eles são sempre antieconômicos, precisando ser subsidiados por pesadas contribuições estatais.

    Na avaliação dele, a experiência japonesa e a norte-americana mostram que a exploração imobiliária

  • CBTU

    Na última semana, a CBTU Natal recebeu um novo veículo que irá integrar a frota da Companhia. Trata-se de um caminhão rodoferroviário. O mesmo pode trafegar tanto em rodovias como sobre os trilhos, o que facilitará o transporte de material e equipamentos na manutenção da via permanente, principalmente em locais onde não é possível o acesso com veículos comuns.

    A agilidade na manutenção da via permanente é a principal vantagem deste tipo de veículo, uma vez que esta atividade era realizada necessariamente nos intervalos das viagens, com a utilização de locomotivas e uma prancha especial para o transporte de material.

  • Projeto chinês passaria também pelo Peru, ligando os oceanos Atlântico e Pacífico

    Uma ferrovia que começa no Rio Janeiro, banhada pelo Oceano Atlântico, atravessa a Floresta Amazônica e a Cordilheira dos Andes, terminando na costa peruana em pleno Oceano Pacífico: este é o ambicioso plano que a China quer consolidar na América do Sul.

    O projeto ganhou novo impulso com a visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, à região, que começou na noite da última segunda-feira no Brasil e ainda inclui escalas na Colômbia, Peru e Chile.

     

    Nesta terça-feira (19), Li Keqiang se encontrou com a presidente Dilma Rousseff em Brasília. Na ocasião, foram assinados 35

  • Um protocolo de intenções em prol da Ferrovia Transoceânica foi assinado em Ji-Paraná (RO), na última segunda-feira (8) pelo governador de Mato Grosso, Pedro Taques, do Acre, Tião Viana, e de Rondônia, Confúcio Moura.

    A cerimônia de assinatura do protocolo de intenções contou com a presença do embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, e um grupo de 23 empresários chineses que fazem uma expedição pelas cidades que serão beneficiadas com a implantação da Ferrovia Transoceânica.

    O protocolo é resultado de uma parceria estratégica firmada entre os dois países e os 35 acordos assinados pela presidenta Dilma Rousseff

  • Pequim pretende estender uma linha ferroviária até o vizinho Nepal, passando pela região do Himalaia. Autoridades dizem que projeto deve ajudar no combate à pobreza e gerar empregos.

    O governo da China planeja construir uma ferrovia ligando o país ao Nepal, noticiou o jornal chinês The China Daily nesta semana. A iniciativa, que atenderia a um pedido do governo nepalês, seria uma extensão da ferrovia Qinghai-Tibet, que liga Pequim à capital tibetana, Lhasa.

    O novo trajeto poderá incluir a construção de um túnel através do monte Everest, afirmou o jornal, citando Wang Mengshu, da Academia Chinesa de Engenharia.

  • Escoamento do minério extraído em Corumbá e da ureia feita na Bolívia, poderiam trazer trens de volta

    Impasse antigo da administração de Mato Grosso do Sul, a retomada da malha ferroviária do Estado continua sem data para voltar a funcionar. Desativada em meados de 2015, a Malha Ferroviária Oeste, que tem 1.973 quilômetros, sendo quase mil km apenas dentro de MS,  continua nos projetos da gestão estadual para ampliar o desenvolvimento. 

    Uma das justificativas para o fim do transporte ferroviário seria a falta de demanda. Atualmente o Estado tem projetos econômicos que seriam facilitados com o funcionamento pleno das linhas férreas, o mercado interno de minérios e a importação e distribuição de ureia boliviana. A concessão atual da ferrovia é da Rumo Logística, que tem a administração por 22 anos-o prazo vai até 2026.

    Em 2019, o Estado exportou 3,26 milhões de toneladas de minério de ferro, enquanto no mercado interno a demanda está aquém das possibilidades. De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, o trem é fundamental para o aumento da demanda interna do produto. “Esse ano [2019] a  gente tinha uma expectativa que ia avançar mais a exportação do minério de ferro. A nossa expectativa era que o mercado internacional tinha melhorado. Melhorou em relação a 2018, mas ainda está aquém do que já tivemos. O que está se mandando para Minas Gerais é pouco sobre volume, 60 mil toneladas mês, por caminhões. Hoje para viabilizar essa questão de Corumbá, a gente já sentou com a Vale, nós precisamos da reativação da ferrovia. Você muda essa configuração com a ferrovia”, disse. 

    UREIA

  • O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assegurou nesta terça-feira (13), durante reunião em Brasília, a inclusão da recuperação da ferrovia Malha Oeste – traçado da antiga Rede Ferroviária Federal –, com extensão de 1,9 mil quilômetro, no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo federal, a partir da prorrogação da concessão da Rumo Logística e compromisso de investimento de R$ 5 bilhões.

    A garantia veio após reunião com a deputada federal Tereza Cristina (DEM), futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PSL), e Tarcísio Gomes de Freitas, secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do PPI. O programa, criado em 2016, será mantido na futura gestão federal, visando ampliar e fortalecer a interação entre Estado e iniciativa privada via

  • Fundo de Desenvolvimento Ferroviário receberá recursos via lei orçamentária e outorga paga pelo vencedor do leilão de trecho da ferrovia Norte-Sul. Texto segue para análise da Câmara.

    Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

    A comissão de deputados e senadores destinada a analisar a medida provisória (MP) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário aprovou nesta quarta-feira (14) relatório do deputado Lúcio Vale (PR-PA) favorável à proposta.

    Por se tratar de uma MP, o fundo está em vigor desde a edição do texto pelo presidente Michel Temer em julho.

  • Solução para transporte de carga leva energia, telecomunicações e internet para as regiões mais remotas do país

    Por Abril Branded Content

    A logística para o transporte de cargas representa um grande desafio para o desenvolvimento do Brasil. O modelo mais utilizado é o rodoviário, que também é o mais poluente. Segundo dados divulgados recentemente pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 58,2% das rodovias apresentam algum tipo de problema, e apenas 12,3% da malha tem pavimentação. São as estradas malcuidadas o motivo de muitas dificuldades nos fretes brasileiros.

    Como solucionar esse problema? Por representarem um sistema mais seguro e eficiente, as ferrovias têm chamado a atenção de muitos especialistas. Em 2012, a malha ferroviária era responsável por 25% do transporte no país, segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Mas a expectativa é que esse número cresça nos próximos anos.

    Para Frederico

  • A Rumo informou que cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais foram transportados em sua malha ferroviária ao longo do mês

    POR ESTADÃO CONTEÚDO

    Rumo informou nesta quarta-feira (11/7), que transportou cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais em sua malha ferroviária ao longo de junho, volume recorde para o mês.

    Na Operação Norte (Malha Norte, Malha Paulista e operação portuária em Santos-SP), o volume total transportado chegou aos 2,5 milhões de toneladas, quantidade 24% maior do que a observada em junho do ano passado.

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