Manutenção de Ferrovia,

  • A chanceler alemã Angela Merkel, inaugurou uma nova linha ferroviária de alta velocidade que liga Erfurt com Leipzig e Halle, com 123 km de extensão.

    Até 2017, a Deutsche Bahn (DB), considerada a empresa de transporte ferroviário mais importante do país e de toda a Europa, espera ter concluído a maioria dos trabalhos de construção de um corredor de 500 km, reduzindo significativamente o tempo de viagem entre algumas das maiores cidades da Alemanha.

    A nova ferrovia, que entra em serviço em 13 de dezembro,

  • Governo federal confirmou que vai antecipar renovação com concessionária.
    Porto em Presidente Kennedy terá área total de 20 quilômetros quadrados.

    A ampliação da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM) até o Sul do Espírito Santo vai tornar mais viável a construção do Porto Central.

    Na terça-feira (7), o governo federal confirmou que vai antecipar a renovação do contrato de concessionária da Vale em troca de novos investimentos com a construção de um novo trecho ferroviário que vai fazer a conexão do Complexo de Tubarão ao futuro terminal portuário de Presidente Kennedy.

    O CEO do Porto Central, José Maria Vieira de Novaes, explicou que o projeto já foi desenvolvido para ter essa ligação com a ferrovia. “Foi projetado para receber grãos, minério de ferro e para ter terminais de carvão e fertilizantes, materiais que poderão ser distribuídos para estados como Minas Gerais e Mato Grosso”, disse.

    O fato de a Vale ter demonstrado interesse em realizar a obra de cerca de 160 quilômetros de extensão,

  • Foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, a um grupo de empresas a realizarem estudos de viabilidade técnica para subsidiar a outorga do serviço de transporte ferroviário de passageiros entre o município de Luziânia (GO) e Brasília (DF).

    O grupo é formado pelas empresas TACV – Desenvolvimento de Sistema de Transporte LTDA., Sistran Engenharia LTDA., EGL Engenharia LTDA. e Proficenter Negócios em Infraestrutura LTDA e o consórcio das companhias Geodata Engineering S.p.a., Geodata do Brasil Ltda. e Italferr Gruppo Ferrovie dello Stato Italiano, que promoveram o Chamamento Público nº 4/2015.

    Após os trabalhos, uma comissão da ANTT deve analisar os dados, e poderá estabelecer prazos intermediários para apresentação

  •  ANTT

    A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) abre, hoje (20/7), a Tomada de Subsídio nº 005/2015, com o objetivo de colher sugestões referentes ao Relatório EPL-INECO 6. O documento é resultante do acordo de cooperação técnica entre a ANTT e a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) para discutir questões afetas à interoperabilidade entre os subsistemas ferroviários, em especial, segurança e requisitos técnicos de material rodante. Contribuições de interessados poderão ser enviadas até as 18h (horário de Brasília) de 14/8/2015.

    A documentação completa que trata sobre o relatório já está disponível no site da ANTT.

  • 12/06/2015 - G1 BA

    A autorização para o início das obras da linha 2 do metrô de Salvador foi assinada na tarde desta quinta-feira (11) pelo governador Rui Costa, em cerimônia realizada no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

    A cerimônia contou com a presença do prefeito de Salvador, ACM Neto, que entregou o alvará municipal para as obras, que terão início imediato. A solenidade também teve a participação dos secretários estaduais da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, além do prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva.

  • O Brasil deu o sinal verde nesta quarta-feira (22) em uma reunião técnica em La Paz ao projeto de construção do "trem bioceânico", também conhecido como Ferrovia Transoceânica, com financiamento da Alemanha e da Suíça, que beneficiará o comércio de cinco nações sul-americanas (Bolívia, Peru, Paraguai, Uruguai e Brasil). As informações são da agência de notícias alemã DPA.

    “O Brasil tem interesse e vontade [de participar] deste esforço coletivo para chegar a mercados asiáticos e aproveitar a linha férrea que chega a Corumbá (lado brasileiro) e a Puerto Suárez (na Bolívia)”, anunciou o coordenador de Assuntos Econômicos para a América do Sul da chancelaria brasileira, João Carlos Parkinson de Castro.

    Ele destacou que será importante estabelecer acordos de “harmonização aduaneira” para que haja uma circulação fluída dos trens na rota Brasil-Bolívia-Peru

  • O governo brasileiro quer aprofundar os estudos sobre a construção da Corredor Ferroviário Bioceânico. A informação foi divulgada pelo Ministério dos Transportes. Na semana passada, representantes do Brasil estiveram em uma reunião sobre o assunto, em La Paz, capital boliviana.

    De acordo com o Ministério, o encontro teve a participação também de representantes dos governos do Paraguai, Uruguai, Bolívia e Peru. Ficou definida a criação de um grupo de trabalho formado por um representante de cada país para discutir a viabilidade da obra.

    O projeto da rota bioceânica é o de uma ferrovia de mais de 3 mil quilômetros, cortando países sul-americanos e integrando o fluxo de mercadorias entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Na reunião da semana passada, o Brasil reforçou sua posição a favor da obra, que encurtará a distância em relação aos principais mercados mundiais

  • CBTU

    Na última semana, a CBTU Natal recebeu um novo veículo que irá integrar a frota da Companhia. Trata-se de um caminhão rodoferroviário. O mesmo pode trafegar tanto em rodovias como sobre os trilhos, o que facilitará o transporte de material e equipamentos na manutenção da via permanente, principalmente em locais onde não é possível o acesso com veículos comuns.

    A agilidade na manutenção da via permanente é a principal vantagem deste tipo de veículo, uma vez que esta atividade era realizada necessariamente nos intervalos das viagens, com a utilização de locomotivas e uma prancha especial para o transporte de material.

  • Um protocolo de intenções em prol da Ferrovia Transoceânica foi assinado em Ji-Paraná (RO), na última segunda-feira (8) pelo governador de Mato Grosso, Pedro Taques, do Acre, Tião Viana, e de Rondônia, Confúcio Moura.

    A cerimônia de assinatura do protocolo de intenções contou com a presença do embaixador da China no Brasil, Li Jinzhang, e um grupo de 23 empresários chineses que fazem uma expedição pelas cidades que serão beneficiadas com a implantação da Ferrovia Transoceânica.

    O protocolo é resultado de uma parceria estratégica firmada entre os dois países e os 35 acordos assinados pela presidenta Dilma Rousseff

  • Fundo de Desenvolvimento Ferroviário receberá recursos via lei orçamentária e outorga paga pelo vencedor do leilão de trecho da ferrovia Norte-Sul. Texto segue para análise da Câmara.

    Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

    A comissão de deputados e senadores destinada a analisar a medida provisória (MP) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário aprovou nesta quarta-feira (14) relatório do deputado Lúcio Vale (PR-PA) favorável à proposta.

    Por se tratar de uma MP, o fundo está em vigor desde a edição do texto pelo presidente Michel Temer em julho.

  • A Rumo informou que cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais foram transportados em sua malha ferroviária ao longo do mês

    POR ESTADÃO CONTEÚDO

    Rumo informou nesta quarta-feira (11/7), que transportou cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais em sua malha ferroviária ao longo de junho, volume recorde para o mês.

    Na Operação Norte (Malha Norte, Malha Paulista e operação portuária em Santos-SP), o volume total transportado chegou aos 2,5 milhões de toneladas, quantidade 24% maior do que a observada em junho do ano passado.

  • A paralisação dos caminhoneiros que afeta o país nos últimos nove dias mostrou que o Brasil é dependente do transporte rodoviário. Combustíveis, alimentos, gás de cozinha e até dinheiro geraram preocupação - ou falta. Para especialista ouvido pela reportagem do Portal Revide chegou a hora de levar parte da carga transportada por rodovias para outros modais de transporte.

    Justamente nesta terça-feira, 29, completa-se 20 anos da extinção da antiga Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), sucessora da estrada de ferro Mogiana, considerada por historiadores um dos marcos para o desenvolvimento e destaque de Ribeirão Preto no interior de São Paulo. Após 20 anos, o que se mantém da histórica ferrovia é a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), gerida atualmente pela VLI.

    São mais de 7,2 mil quilômetros de extensão,

  • O projeto Novo Horizonte 2 da Fibria, fábrica de celulose localizada em Três Lagoas, distante 338 km de Campo Grande, está previsto para entrar em operação no quarto trimestre de 2017 e a produção vai dobrar, passando de 1,3 milhão de toneladas por ano, para 3,25 milhões de toneladas por ano. Para atender essa demanda, a logística de escoamento vai precisar mudar e a malha ferroviária paulista vai passar a levar os produtos até o Porto de Santos.

    Atualmente, para escoar a celulose produzida na fábrica de Três Lagoas é utilizado a malha ferroviária Oeste, que sai do município e vai até o porto de Santos. A celulose é transportada da fábrica até um armazém dentro do município por rodovia e de lá segue até o Porto de Santos pela ferrovia, de onde é exportada para mais de 40 países.

    Com a produção da Novo Horizonte 2, cerca de 1,95 milhão de toneladas

  • A chegada dos trilhos da Ferrovia Senador Vicente Vuolo (Ferronorte) até Cuiabá será o tema principal de um encontro, que será realizado na sexta-feira (24.03), às 09h, no auditório da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). O evento é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), em parceria com o Fórum Pró-Ferrovia em Cuiabá, e irá reunir membros da sociedade civil organizada, representantes de sindicatos e lideranças políticas.
    O evento contará com a presença do secretário da Sinfra, Marcelo Duarte, do representante do Ministério dos Transportes, Anderson Moreno Luz, do presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Jandir Milan e prefeitos dos municípios que compõem o Vale do Rio Cuiabá.
    A expectativa do Fórum é intensificar a articulação política junto à Presidência da República para executar o projeto de expansão do ramal, a partir do município de Rondonópolis até Cuiabá, e, posteriormente até Sorriso. Na ocasião será lançada a campanha “Ferrovia Traz”, apresentando os benefícios que a ferrovia proporciona para a sociedade.
    O Presidente do Fórum Pró-Ferrovia, Francisco Vuolo, afirmou que a expansão da Ferrovia até Cuiabá provocará uma redução de gastos com frete e atrairá indústrias para a região metropolitana. Além disso, pontuou que a capital de Mato Grosso oferece vantagens que justificam essa expansão, como um entroncamento rodoviário significativo, hidrelétricas, aeroporto,
  • Uma empresa holandesa está a desenvolver uma impressora 3D que recorre a metal fundido e à capacidade de soldar para construir uma ponte sobre um dos canais de Amesterdão.

    A MX3D é uma empresa holandesa que está a trabalhar numa impressora 3D capaz de construir uma ponte sobre um dos canais de Amesterdão. Para tal, a impressora conta com uma funcionalidade que lhe permite soldar estruturas de metal.

    Assim, para imprimir a ponte, serão criadas linhas de aço, que são resultado de metal fundido que é soldado à estrutura existente. Com a impressão de múltiplas linhas, a impressora será capaz de desenvolver uma estrutura forte e complexa que cobre o canal, avança a Cnet.

  • Trilhos chegaram quando local era arraial e oficina se instalou em 1916.

    Com mil funcionários atualmente, operadora do serviço quer expansão.

    O desenvolvimento econômico de Divinópolis, cidade do Centro-Oeste de Minas que completou 104 anos nesta quarta-feira (1º), é intimamente ligado ao serviço ferroviário, que se instalou na cidade no final do século 19, quando o lugar ainda era um arraial chamado Divino Espírito Santo - a elevação a município ocorreu em 1912. A oficina para consertos de trilhos e trens se deu em 1916. A expansão do serviço ferroviário atraiu mão de obra externa e impulsionou outros segmentos econômicos, como o agronegócio e a saúde.

    A Valor da Logística Integrada (VLI), atual operadora do sistema férreo local, gera mil empregos diretos na operação ferroviária e na oficina, considerada a maior da América Latina. A empresa executa um projeto de expansão com investimentos de R$ 9 bilhões, previsto para ser incluído até 2017.

    De acordo com dados da Associação Comercial e Industrial de Divinópolis

  • São Paulo — Está mais do que na hora de os profissionais das ciências políticas, sociais e psicológicas deste país se dedicarem com seriedade à investigação de um fenômeno até agora inexplicável — a obsessão por trens de ferro e ferrovias imaginárias dos governos do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma Rousseff.

    Durante anos, como é do conhecimento comum, o governo testou a paciência dos brasileiros falando no trem-bala, que ligaria o Rio de Janeiro a São Paulo, e sabe Deus a que outros lugares mais, chispando à velocidade de 200 quilômetros por hora ou coisa parecida. O trem-bala foi o campeão das obras com existência limitada ao papel que se sucederam ao longo desse tempo todo.

    Em certo momento, foi incluído entre as rea­lizações que o governo popular “e

  • O secular transporte ferroviário do Norte Fluminense poderá voltar a funcionar. A “luz no fim do túnel” vem de um projeto dos governos dos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, para não apenas transporte de cargas, mas também para locomoção de passageiros. O projeto está sendo gerido pelo Ministério dos Transportes e existe em função da implantação do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí.

    A via EF-118, que terá cerca de 580 quilômetros e custo estimado de R$ 7,6 bilhões com apoio da iniciativa público-privada, é considerada estratégica para a economia do país. A construção tem como objetivo proporcionar acesso direto ao Comperj, ao Complexo Industrial do Porto do Açu (RJ) e ao Complexo Logístico do Porto Central (ES).

  • Porém, com linhas de atuação diferenciada na busca da implantação de um novo sistema.

    Porto Velho, RONDÔNIA – Começa a ganhar corpo o projeto de criação, instalação e funcionamento de uma Organização Social Civil de Interesse Público (OSCIP) voltada a defender, com mais precisão e resultados, o restabelecimento do antigo trecho ferroviário entre essa Capital à cidade de Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia.   

    A idéia surgiu faz algum tempo. E só agora, diante da suposta fragilidade técnica e jurídica verificada em movimentos anteriores, a nova organização cujo nome a ser dado será de 'OSCIP - Amigos do Trem da Estrada de Ferro Madeira Mamoré' pretende trabalhar em conjunto com outras entidades mais antigas. Porém, com linhas de atuação diferenciada na busca da implantação de um novo sistema.

    Após consultas a faculdades do Sul de Minas Gerais que promovem cursos de qualificação em projetos econômicos sustentáveis para restauro de ferrovias, uma das partes do grupo de interesse informou que 'já realizou reuniões em Porto Velho, Guajará-Mirim, Guayaramerín (Bolívia) e em Brasília sobre essa possibilidade, no futuro.

    Com a ida de um dos principais consultores em patrimônio artístico, histórico e cultural credenciado no IPHAN estadual aos quadros técnicos da Prefeitura local, 'um Ante-Projeto sobre a reativação da legendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM) poderá ser discutido ainda nesse segundo semestre deste ano. Desta feita, fora dos padrões já conhecidos, onde a iniciativa privada seja chamada a participar com sua vasta experiência em negócios do segmento do setor.

    O objetivo do novo projeto é atrair artistas, escritores, historiadores, músicos, ex-ferroviários empregados da 'Ferrovia do Diabo', além de capital privado para botar novos trens para andar sobre os trilhos até a fronteira bi-nacional. A medida, segundo disseram interlocutores 'teria caído como uma luva dentro da Fundação Cultural por conta da concessão de 50 anos da ferrovia ao Município'

    O técnico do IPHAN

  • Trajeto da Bioceânica passará em parque nacional e perto de aldeias indígena

    Um avião com cinco engenheiros chineses do setor ferroviário e três representantes do Governo brasileiro sobrevoava no dia 15 de julho o Parque Nacional da Serra do Divisor, no oeste do Acre. Visitavam as áreas por onde deve passar a futura ferrovia Bioceânica, que ligará os produtores de matéria-prima brasileiros aos consumidores asiáticos por meio do Peru. Sem saberem, ali embaixo, indígenas da etnia Nawa mantinham quatro funcionários públicos federais reféns, em um novo capítulo de uma batalha que já dura mais de dez anos.

     

    O sobrevoo era o final de uma longa viagem iniciada dez dias antes, em Brasília. Enviados pela China Railway Eryuan Engineering Group, e acompanhados por representantes de duas estatais vinculadas ao Ministério dos Transportes, a EPL e a Valec, os chineses percorreram os 3.500 quilômetros que separam Campinorte (em Goiás) de Boqueirão da Esperança, povoado de Cruzeiro do Sul, último ponto do território brasileiro que os trilhos devem tocar.

     

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    Em banho-maria desde 2008, o projeto da ferrovia retomou o fôlego em maio deste ano, durante a visita do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, quando Brasil, Peru e China assinaram um acordo prévio. Com a garantia do dinheiro chinês para o investimento, Dilma Rousseff (PT) a incluiu no pacote de concessões de 200 bilhões de reais anunciado no mês passado (40 bilhões deles para a Bioceânica). Dos quatro trechos previstos para a obra, o único que não saiu da estaca zero foi o do Acre, bastante complexo especialmente perto de Boqueirão da Esperança, provavelmente o trecho mais virgem dos que atravessará o futuro trem.

     

    Nessa área rural, o projeto prevê que os trilhos passem dentro de uma unidade de preservação ambiental com formações rochosas impactantes e perto de pelo menos três terras indígenas já demarcadas e outra em disputa. A obra passará também por áreas vizinhas a um subsolo rico em petróleo e alvo de um inquérito do Ministério Público Federal (MPF) e por uma vasta região praticamente abandonada pela fiscalização governamental onde atuam grupos criminosos. “São frequentes os relatos de invasões [às áreas indígenas e de conservação] por grupos envolvidos com a extração ilegal de madeira, com o tráfico de drogas e com a caça predatória”, relata o procurador Thiago Pinheiro Corrêa, do Ministério Público

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