Infraestrutura,

  • O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assegurou nesta terça-feira (13), durante reunião em Brasília, a inclusão da recuperação da ferrovia Malha Oeste – traçado da antiga Rede Ferroviária Federal –, com extensão de 1,9 mil quilômetro, no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo federal, a partir da prorrogação da concessão da Rumo Logística e compromisso de investimento de R$ 5 bilhões.

    A garantia veio após reunião com a deputada federal Tereza Cristina (DEM), futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PSL), e Tarcísio Gomes de Freitas, secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do PPI. O programa, criado em 2016, será mantido na futura gestão federal, visando ampliar e fortalecer a interação entre Estado e iniciativa privada via

  • O Departamento Nacional de Transportes Terrestres (Dnit) estima que a obra do contorno ferroviário de Rio Preto vai custar R$ 350 milhões. O custo foi previsto pelo diretor de Infraestrutura Ferroviária do Dnit, Mário Dirani, no mês passado. O valor consta em resposta a ofício encaminhado pelo deputado federal Ivan Valente (Psol) ao departamento, que é vinculado ao Ministério dos Transportes.

    "Somente após a conclusão do anteprojeto de engenharia é possível definir com maior precisão o custo do empreendimento, contudo, aplicando o custo médio gerencial do Dnit para obras ferroviárias, estima-se em R$ 350 milhões, o custo final do empreendimento", afirmou Dirani no memorando obtido pelo Diário.

    O diretor do Dnit voltou a afirmar que a contratação do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea) e do anteprojeto de engenharia para a implantação do contorno entre os municípios de Mirassol, Rio Preto e Cedral deve acontecer até este mês. 

    O mesmo posicionamento passado a Valente, também foi informado também ao deputado estadual Sebastião Santos (PRB).

  • O governo prepara um novo desenho da rede ferroviária que faz parte do seu programa de concessões, com o objetivo de criar mais ligações entre as áreas produtoras e portos, além de permitir mais competição.

    A ideia é que a Ferrovia Norte-Sul entre Tocantins e São Paulo seja concedida com a possibilidade de extensão até Mato Grosso.

    Outra obra inacabada, a Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia, poderia ser estendida para se conectar à Norte-Sul.

    Nessa reconfiguração da malha ferroviária nacional, a principal área de produção de grãos do país, o Centro-Oeste, teria a possibilidade de escoar seus produtos por quatro portos diferentes, cada um deles com acesso por uma empresa ferroviária.

    Atualmente, há um tronco ferroviário que vai de Mato Grosso a São Paulo, controlado pela Rumo (Grupo Cosan), e outro que segue do Tocantins para o Maranhão, em poder da VLI (Vale). Com as concessões, previstas ainda para este ano, as duas linhas existentes passam a estar ligadas.

    Caso a Oeste-Leste se encontre com a Norte-Sul, haverá a possibilidade de saída por um terceiro porto, na Bahia

  • Vale deve construir um trecho de 383 km da ferrovia no Mato Grosso e Estados reivindicam investimento

    André Borges, O Estado de S.Paulo

    07 Agosto 2018 | 12h04

    BRASÍLIA - O governador do Pará, Simão Jatene, fez duras críticas ao plano traçado pelo governo para a renovação antecipada das concessões ferroviárias firmadas com a mineradora Vale. 

    Em julho, o governo convocou a imprensa para anunciar que a Vale foi escolhida para construir um trecho de 383 km da ferrovia entre os municípios de Campinorte (GO) e Água Boa, em Mato Grosso. Essa nova malha, que teria a missão de apoiar o escoamento de grãos do Estado, seria a contrapartida para que o governo renovasse as concessões já detidas pela Vale: as ferrovias Vitória-Minas, entre Minas Gerais e Espírito Santo; e a Estrada de Ferro Carajás, no Pará 

    Os Estados negam disputas, mas ficaram inconformados com a decisão do governo de deslocar cerca de R$ 4 bilhões para um novo projeto no Mato Grosso, quando possuem obras ferroviárias previstas para seus territórios.  "Qual o interesse social de antecipar essa renovação? Sou governador do Pará, mas para mim isso é uma questão nacional. Sem pretender ser indelicado, mas os melhores adjetivos que eu posso imprimir à atitude do governo federal foi de precipitação, açodamento, ansiedade ou qualquer um outro que se reproduza nessa direção", declarou Jatene.

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