economia,

  • Obstáculos técnicos, regulatórios e de negócios ainda estão no caminho de veículos autônomos práticos e baratos

    mês de abril trouxe boas notícias para os entusiastas dos veículos autônomos. Só nas últimas semanas, o Uber anunciou US$ 1 bilhão de investimento na tecnologia, a Waymo (do Google) decidiu expandir sua operação em novas regiões e a Tesla revelou que espera lançar 1 milhão de táxis autônomos até 2020.

    Elon Musk quer transformar Teslas em exército de “táxis-robôs” em 2020

    Para Ford, carros autônomos não chegarão tão cedo como o esperado

    Está sobrando emprego no Canadá

    Quer produzir sua energia elétrica? Veja por que este

  • Assessoria de Comunicação

    25 de Outubro de 2017 às 00:10

    A Rumo, maior operadora de logística ferroviária do País, lançou, no dia 23 último, a campanha publicitária “O Agronegócio Move o Brasil. A Rumo Move o Agronegócio”. O objetivo da campanha, de circulação nacional, é esclarecer a população sobre as vantagens do modal ferroviário. Também aborda os benefícios da renovação da concessão da Malha Paulista – como a geração de empregos, a movimentação da economia e a garantia de revitalização da principal via logística para o escoamento das crescentes safras agrícolas, que hoje sustentam parte importante do PIB nacional.

    A Rumo administra 12 mil quilômetros de malha ferroviária. Conta com mil locomotivas, 25 mil vagões e mais de 13 mil funcionários diretos e indiretos. Além da Malha Paulista, tem outras três concessões: a Malha Norte (em Mato Grosso), a Malha Oeste (que atende Mato Grosso do Sul) e a Malha Sul (concentrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná).

  • Vivendo momentos de grande expectativa, a Petrocity Porto idealiza a construção do Centro Portuário de São Mateus no Espirito Santo. Este centro será um complexo com três milhões de metros quadrados e diversos terminais para atendimento a vários setores, incluindo o de óleo e gás. Atividades pertinentes ao supply boat, serão realizadas a partir desta área, tendo um parque de fluidos, um parque de tubos, serviços efetivos de apoio, unidades para reparo e peças de reposição.

    A expectativa é que só nas obras do porto, que devem iniciar em julho, serão gerados mais de 2.500 empregos. Além deste projeto, está sendo adiantado o projeto de desenvolvimento da ferrovia Minas-Espirito Santo (EFEMES), realizando a ligação entre o centro portuário a Minas Gerais.

    Atualmente o projeto só tem a pendencia da licença ambiental e a assinatura do contrato de adesão para que se posso iniciar a instalação. O contrato ainda não foi assinado justamente por ainda estar faltando esta licença. O processo já está regularizado junto a Antaq (Agencia Nacional de Transportes Aquaviários)

  • A Rumo e Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) planejam aumentar a capacidade de transporte de cargas por ferrovia até o porto paranaense. O uso de trens no porto cresceu 20% nos últimos quatro anos, de acordo com a Appa, e cerca de 10 milhões de toneladas de produtos entraram ou saíram do terminal por trilhos em 2018.

    A Rumo possui um projeto de melhoria no traçado da Serra do Mar que permitirá o uso de locomotivas mais potentes e vagões maiores, de acordo com nota da Appa. Na descida para Paranaguá, a curva na saída da Ponte São João já está em obras e será menos acentuada. Além disso, as locomotivas serão substituídas por modelos mais modernos e com maior capacidade de tração na subida, conforme reportou a Rumo à Appa. "As locomotivas usadas hoje têm, em média, 35 anos. As novas conseguem carregar mais vagões, têm mais aderência, melhor frenagem e aceleração", destacou na nota o diretor institucional da Rumo,

  • 12/06/2015 - G1 BA

    A autorização para o início das obras da linha 2 do metrô de Salvador foi assinada na tarde desta quinta-feira (11) pelo governador Rui Costa, em cerimônia realizada no auditório da Procuradoria Geral do Estado (PGE), localizado no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

    A cerimônia contou com a presença do prefeito de Salvador, ACM Neto, que entregou o alvará municipal para as obras, que terão início imediato. A solenidade também teve a participação dos secretários estaduais da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, além do prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva.

  • A crise na indústria automobilística, que levou a uma queda de 7% nas vendas totais de automóveis e comerciais leves em 2014 e a demissões de trabalhadores neste início de ano, não atingiu o mercado de luxo. O segmento de carros premium cresceu 18% em relação a 2013 e deve seguir em trajetória de alta, enquanto para as vendas totais a expectativa é de estagnação.

    Foram vendidos no País 55.841 modelos de luxo no ano passado, frente a 47.335 em 2013, quando o crescimento tinha sido ainda mais forte em relação ao ano anterior, de 39%. Os números incluem carros das marcas Audi, BMW, Mercedes-Benz – as três alemãs que representam 70% das vendas do segmento -, além de Land Rover, Volvo, Mini, Porsche, Jaguar e Lexus.

  • O Brasil deu o sinal verde nesta quarta-feira (22) em uma reunião técnica em La Paz ao projeto de construção do "trem bioceânico", também conhecido como Ferrovia Transoceânica, com financiamento da Alemanha e da Suíça, que beneficiará o comércio de cinco nações sul-americanas (Bolívia, Peru, Paraguai, Uruguai e Brasil). As informações são da agência de notícias alemã DPA.

    “O Brasil tem interesse e vontade [de participar] deste esforço coletivo para chegar a mercados asiáticos e aproveitar a linha férrea que chega a Corumbá (lado brasileiro) e a Puerto Suárez (na Bolívia)”, anunciou o coordenador de Assuntos Econômicos para a América do Sul da chancelaria brasileira, João Carlos Parkinson de Castro.

    Ele destacou que será importante estabelecer acordos de “harmonização aduaneira” para que haja uma circulação fluída dos trens na rota Brasil-Bolívia-Peru

  • A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira, 11, um projeto que abre a possibilidade do investidor particular ser autorizado pelo poder público a construir e operar sua própria ferrovia, para investir onde for “oportuno e conveniente”. A proposta segue agora para a Comissão de Serviços de Infraestrutura e, depois, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde será votada em decisão terminativa.

    O texto, do senador José Serra (PSDB-SP), garante a exploração indireta, pela União, do transporte ferroviário

    em infraestruturas de propriedade privada entre portos e fronteiras nacional; que transponham os limites de estado; ou que se conectem às ferrovias federais. “Não estamos reinventando a roda, apenas aproveitamos o que há de mais bem-sucedido, seja na legislação nacional em outras áreas de infraestrutura, seja na experiência ferroviária de outros países que conseguem atrair investimentos privados para o setor”, afirmou o senador tucano.

    Segundo o senador, no âmbito dos trens de passageiros, por exemplo, existe o mito de que eles são sempre antieconômicos, precisando ser subsidiados por pesadas contribuições estatais.

    Na avaliação dele, a experiência japonesa e a norte-americana mostram que a exploração imobiliária

  • Guilherme Preta, editado por Matheus Luque

    Engenheiros do British Bloodhound Land Speed Record querem bater a marca de 1.287 km/h

    Os engenheiros responsáveis pelo veículo supersônico British Bloodhound Land Speed Record (LSR) vão apostar na energia de hidrogênio para a próxima tentativa de bater o recorde de velocidade em terra, que é de 1.287 km/h. A equipe planeja alimentar o foguete com peróxido de hidrogênio concentrado. Tudo que vai sair do carro será água e oxigênio.

    Segundo os engenheiros, o combustível vai ser bombeado a pressões muito altas em uma tela de prata. Quando entra em contato com o material, se separa em vapor superaquecido a 600 graus. “O vapor e o oxigênio são forçados através de um bico para gerar impulso”, disse à equipe. O LSR também vai abandonar os motores de combustão V8 em favor dos elétricos. A nova tecnologia ainda vai ser muito explorada nos 18 meses que antecedem o próximo teste, no segundo semestre de 2021.

  • O futuro prometido pela animação Os Jetsons, da década de 60, e pelo filme De Volta para o Futuro, nos anos 80, pode finalmente estar perto de acontecer. A empresa AeroMobil, da Eslováquia, está planejando comercializar o primeiro carro voador do mundo nos próximos 24 meses, em 2017. 

    O carro teve seu protótipo mais recente finalizado no fim do ano passado. O design faz com que o produto assemelhe-se a um helicóptero quando está no chão e a um avião quando está no céu. Em uma conferência nesta semana em Austin, nos Estados Unidos, o CEO da empresa Juraj Vaculik, declarou à Forbes que o carro está pronto e que os planos é de que o lançamento seja anunciado o mais rápido possível. 

    No site oficial da empresa, há a seguinte descrição: “AeroMobil é um carro voador que usa perfeitamente a infraestrutura criada para automóveis e aviões e abre as portas para uma viagem diferenciada. Pode ser usado no trânsito como qualquer outro carro, é movido à gasolina comum e se encaixa em qualquer estacionamento. Como avião, pode usar qualquer aeroporto do mundo, mas também pode pousar e decolar em uma pista de grama ou pavimentada com algumas centenas de metros de comprimento”.

  • Valor Econômico

    Companhias privadas encontram em investimentos de mobilidade novas oportunidades de negócios que atendem às demandas por serviços mais eficientes e contribuem para o desenvolvimento de políticas de transporte sustentáveis. Essa é uma das principais conclusões do estudo "Desafios e Estratégias Empresariais para Mobilidade Sustentável", realizado pelo Uniethos com apoio do Instituto Invepar, publicado com exclusividade pelo Valor.
    O estudo traça um panorama baseado em informações e dados das últimas décadas do setor de serviços de mobilidade urbana nas maiores regiões metropolitanas brasileiras. "A demanda nesse mercado vem crescendo em todas as faixas de renda, idade, sexo, tanto nas cidades como em transporte aéreo, em todas as modalidades", diz Regi Magalhães, diretor do Uniethos.
    A população dos municípios brasileiros com mais de 60 mil habitantes fez 61,3 bilhões de viagens em 2011, ou seja, 200 milhões de viagens por dia - média de 1,65 viagem por habitante. O transporte público corresponde a 20% delas e a 36% nas cidades com mais de um milhão de habitantes. A participação dos automóveis nas cidades com 500 mil a um milhão de habitantes é de 31%.

  •      Em 2014 a China investiu 809 bilhões de yuans (US$ 130 bilhões) na infraestrutura ferroviária e pôs em operação uma extensão recorde de 8.427 quilômetros, anunciou na quinta-feira (29) a Companhia de Ferrovia da China (CFC).

      No início do ano passado, o país prometeu investir 800 bilhões de yuans (US$ 128 bilhões), colocar em operação 7 mil quilômetros em linhas novas e dar início a 64 projetos ferroviários. "A China acelerou o desenvolvimento das ferrovias tanto em termos de dimensão quanto em intensidade, para atender às metas anuais de 2014. A situação continua em 2015", disse Sheng Guangzu, gerente-geral da CFC.

      Seis anos após o lançamento da primeira ferrovia de alta velocidade do país, a China tinha, em 2014, uma rede de trem de 112 mil quilômetros de extensão, na qual 16 mil quilômetros eram de alta velocidade, possuindo assim a maior malha ferroviária desse tipo no mundo.

      Estima-se que as ferrovias de alta velocidade chegarão a 18 mil quilômetros no final deste ano.

  • Escoamento do minério extraído em Corumbá e da ureia feita na Bolívia, poderiam trazer trens de volta

    Impasse antigo da administração de Mato Grosso do Sul, a retomada da malha ferroviária do Estado continua sem data para voltar a funcionar. Desativada em meados de 2015, a Malha Ferroviária Oeste, que tem 1.973 quilômetros, sendo quase mil km apenas dentro de MS,  continua nos projetos da gestão estadual para ampliar o desenvolvimento. 

    Uma das justificativas para o fim do transporte ferroviário seria a falta de demanda. Atualmente o Estado tem projetos econômicos que seriam facilitados com o funcionamento pleno das linhas férreas, o mercado interno de minérios e a importação e distribuição de ureia boliviana. A concessão atual da ferrovia é da Rumo Logística, que tem a administração por 22 anos-o prazo vai até 2026.

    Em 2019, o Estado exportou 3,26 milhões de toneladas de minério de ferro, enquanto no mercado interno a demanda está aquém das possibilidades. De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, o trem é fundamental para o aumento da demanda interna do produto. “Esse ano [2019] a  gente tinha uma expectativa que ia avançar mais a exportação do minério de ferro. A nossa expectativa era que o mercado internacional tinha melhorado. Melhorou em relação a 2018, mas ainda está aquém do que já tivemos. O que está se mandando para Minas Gerais é pouco sobre volume, 60 mil toneladas mês, por caminhões. Hoje para viabilizar essa questão de Corumbá, a gente já sentou com a Vale, nós precisamos da reativação da ferrovia. Você muda essa configuração com a ferrovia”, disse. 

    UREIA

  • O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assegurou nesta terça-feira (13), durante reunião em Brasília, a inclusão da recuperação da ferrovia Malha Oeste – traçado da antiga Rede Ferroviária Federal –, com extensão de 1,9 mil quilômetro, no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) do governo federal, a partir da prorrogação da concessão da Rumo Logística e compromisso de investimento de R$ 5 bilhões.

    A garantia veio após reunião com a deputada federal Tereza Cristina (DEM), futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro (PSL), e Tarcísio Gomes de Freitas, secretário de Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do PPI. O programa, criado em 2016, será mantido na futura gestão federal, visando ampliar e fortalecer a interação entre Estado e iniciativa privada via

  • Fundo de Desenvolvimento Ferroviário receberá recursos via lei orçamentária e outorga paga pelo vencedor do leilão de trecho da ferrovia Norte-Sul. Texto segue para análise da Câmara.

    Por Gustavo Garcia, G1 — Brasília

    A comissão de deputados e senadores destinada a analisar a medida provisória (MP) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Ferroviário aprovou nesta quarta-feira (14) relatório do deputado Lúcio Vale (PR-PA) favorável à proposta.

    Por se tratar de uma MP, o fundo está em vigor desde a edição do texto pelo presidente Michel Temer em julho.

  • Solução para transporte de carga leva energia, telecomunicações e internet para as regiões mais remotas do país

    Por Abril Branded Content

    A logística para o transporte de cargas representa um grande desafio para o desenvolvimento do Brasil. O modelo mais utilizado é o rodoviário, que também é o mais poluente. Segundo dados divulgados recentemente pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 58,2% das rodovias apresentam algum tipo de problema, e apenas 12,3% da malha tem pavimentação. São as estradas malcuidadas o motivo de muitas dificuldades nos fretes brasileiros.

    Como solucionar esse problema? Por representarem um sistema mais seguro e eficiente, as ferrovias têm chamado a atenção de muitos especialistas. Em 2012, a malha ferroviária era responsável por 25% do transporte no país, segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Mas a expectativa é que esse número cresça nos próximos anos.

    Para Frederico

  • A Rumo informou que cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais foram transportados em sua malha ferroviária ao longo do mês

    POR ESTADÃO CONTEÚDO

    Rumo informou nesta quarta-feira (11/7), que transportou cerca de 5 milhões de toneladas de produtos agrícolas e industriais em sua malha ferroviária ao longo de junho, volume recorde para o mês.

    Na Operação Norte (Malha Norte, Malha Paulista e operação portuária em Santos-SP), o volume total transportado chegou aos 2,5 milhões de toneladas, quantidade 24% maior do que a observada em junho do ano passado.

  • Ligação de Sines até Espanha deverá estar concluída até 2019. Linha seguirá depois até Lisboa

    O secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, afirmou hoje que a parte portuguesa da linha ferroviária Sines/Madrid, de bitola europeia, deverá estar concluída em 2019, caso seja aprovada pela Comissão Europeia.

    "A candidatura está feita, estamos a contar que seja aprovada e que a resposta de Bruxelas chegue em julho deste ano para que a obra se inicie ainda em 2015", disse.

    "A ligação de Sines até à fronteira [com Espanha] deverá estar concluída até 2019. Depois queremos que a linha de caminho-de-ferro siga até Lisboa, para servir também o porto de Lisboa. Essa ligação estará terminada em 2021", acrescentou Sérgio Monteiro.

    O secretário de Estado, que acompanhou a visita do primeiro-ministro ao porto de Sines, lembrou que a futura linha ferroviária se insere num plano global que pretende eletrificar toda a rede ferroviária e ter "ligações a Madrid em bitola europeia, para baixar a fatura do transporte em cerca de 40%".

    "Nós até já temos os fundos do Orçamento de Estado, que nos próximos anos vão ser alocados a estes projetos. Temos a planificação técnica e financeira feita. Falta-nos o `sim" de Bruxelas, que nós esperamos receber para esta ligação em julho de 2015", disse ainda Sérgio Monteiro.

    Fonte: Portugal

  • Um trem de passageiros e cargas que vai ligar Brasília a Goiânia deve ficar pronto daqui três anos. O trajeto da linha férrea foi definido por órgãos do governo federal e do DF.

    Os 200 quilômetros de trilho vão começar na rodoferroviária de Brasília e passar pelos municípios de Águas Lindas, Alexânia e Anápolis até chegar a Goiânia. A velocidade média do trem será de 150 quilômetros por hora.

    O presidente da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal, Marcelo Dourado, explica que a linha vai beneficiar mais de seis milhões de pessoas que vivem ao longo dos locais por onde vai passar o trem. Dentro do DF, as estações vão ser integradas ao metrô.

    O trem até Goiânia também vai ser usado para transportar carga. Cléber Àvila, da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-oeste, acredita que a linha férrea vai facilitar o escoamento de produtos que saem da região.

    O estudo de viabilidade técnica e econômica para construir a ferrovia de Brasília a Goiânia deve ficar pronto em maio deste ano. A estimativa de custo da obra fica em torno de 1 bilhão e 400 milhões de reais. A fonte dos recursos ainda não foi definida.

  • Conclusão das obras da Transnordestina está marcada para o final de 2016.

    O governador Wellington Dias (PT) pretende ainda este semestre visitar o trecho piauiense das obras da ferrovia Transnordestina, com a presidente Dilma Rousseff. Atualmente, cinco mil trabalhadores atuam na construção, sendo que no Piauí são 3.200 homens.

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